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Abraçar é importante, sim

Como você se sente hoje? Se estiver satisfeita e de bem com a vida, é provável que sua primeira reação ao encontrar uma amiga seja cumprimentá-la com um abraço bem forte. Mesmo que esteja um pouco para baixo, imagine só como receber um abraço agora poderia ajudá-la a ficar melhor. Muitos concordam que essa forma de contato físico é capaz de gerar uma descarga de afeto e cumplicidade que faz um bem danado.

E, quando o assunto é bem-estar, o abraço é ainda mais poderoso do que podemos imaginar. Estudos comprovam que ele ajuda a diminuir o estresse, a ansiedade e a pressão arterial, reduzindo, assim, o risco de doenças cardíacas. Um incentivo e tanto para você perder a vergonha de envolver em seus braços as pessoas que mais gosta.

O desenvolvimento psicológico também faz parte do pacote de benefícios proporcionados. E essa história começa desde os primórdios da vida de cada um, nos tempos em que ainda não conseguíamos nos expressar de forma verbal. “Um bebê quando nasce não tem uma linguagem formada. Ele não tem entendimento da língua e nem articula palavras. A comunicação entre a mãe e o filho se dá pelo contato visual e físico e isso pode ser transmitido e sentido de forma amorosa ou hostilizada. Essas primeiras relações estão diretamente vinculadas ao funcionamento psicológico do adulto”, explica a psicóloga Márcia Rosana Forster Wazlawik, coordenadora municipal do Programa Primeira Infância Melhor, do Rio Grande do Sul.

O abraço pode ser afetuoso, mas também pode ser indiferente, inseguro ou até mesmo sufocante. Sendo assim, fica a dica. Para ele fazer bem de verdade, devemos estar atentos ao que está sendo passado. “Então, a questão não é só abraçar, mas como e quando”, ressalta Márcia.
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